A doença como caminho da cura

Esta é uma colaboração que tomei “emprestada” do meu amigo biodanceiro Antonio Carlos, mais conhecido por mim como Toninho.

“Este alerta está colocado na porta de um espaço terapêutico.

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as dúvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia insiste quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza.
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a “criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção!

O plantio é livre, a colheita, obrigatória … Devemos Prestar atenção no que estamos plantando, pois será a mesma coisa que iremos colher!!

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2 Respostas to “A doença como caminho da cura”

  1. Antonio Carlos Says:

    Minha querida Carol fico feliz por compartilharmos as mesmas idéias.

    Ao ler mais uma vez “A doença como caminho da cura.” lembrei desse texto da autora Rubia.

    Acho que completou a idéia de olhar para o corpo e nossas atitudes afim de ter saúde.

    bjs. com carinho.

    AC.

    Incerteza… Rubia A. Dantés

    Estamos em um tempo onde muitas coisas que nos davam segurança e em que confiávamos plenamente já não servem mais…

    Para quem sempre aprendeu a colocar o poder lá fora, isso fica muito complicado e gera uma enorme insegurança. Aprendemos a querer certezas e quase não sabemos lidar com o que é incerto.

    Cercamo-nos e acumulamos coisas que nos dão uma aparente estabilidade e “segurança”… fora e dentro de nós.

    Fora acumulando coisas… dentro acumulando memórias e crenças que acreditamos que nos protejam e garantam uma estabilidade.

    Num mundo onde a única coisa certa é a mudança… a impermanência… buscar estabilidade parece bem incoerente. Mas aprendemos assim e passamos a vida construindo castelos de areia, pensando serem sólidas construções…

    Ao perceber que não podemos mais confiar em tanta coisa fora de nós, que antes nos oferecia “segurança” nós sentimos, às vezes, um frio na barriga… uma vontade de correr; mas… correr para onde?

    Estamos em um tempo onde as estruturas que foram criadas em cima de coisas ilusórias estão sendo quebradas… tudo que foi criado com base em crenças e conceitos equivocados está sendo revolvido até as raízes.

    Saber fluir com a incerteza é uma chave preciosa, uma vez que nossas certezas se baseavam nos conceitos do ego… que agora, muitas vezes, não vê saída diante das situações que nos são colocadas. Parece que o Planeta -e cada um de nós- está sendo passado a limpo e que nada mais pode ficar guardado debaixo do tapete…

    É justamente quando nos julgamos sem saída… quando já esgotamos os recursos do ego… que nos rendemos…

    Entregamos o controle a uma Força maior, porque reconhecemos que não podemos fazer mais nada… e aí os milagres podem acontecer… Nós não podemos encontrar a saída… mas a Divindade que está em cada um… e em Todos ao mesmo tempo… pode sempre nos levar além…

    Estamos em meio a profundas transformações e diante de nós há a possibilidade de nos tornarmos quem verdadeiramente somos… sem os acréscimos e as limitações do ego…

    Podemos acessar a simplicidade da Alma e com ela fluir livremente, fazendo a nossa parte no Plano Maior…

    É preciso deixar ir tudo que ainda nos prende e limita e aprender a fluir na incerteza… aprender que não precisamos nos cercar de tantas coisas, confiando que o Grande Mistério nos dá o que precisamos a cada dia… Sei que esse não é um aprendizado fácil, diante da forma pela qual aprendemos a lidar com a vida… mas é o que de melhor podemos fazer nesses tempos de tantas mudanças.

    Se estamos abarrotados até o teto de coisas e de memórias, nem deixamos espaço para que o novo… o que está além de tudo que é conhecido… possa se manifestar.

    Mesmo as coisas que são muito boas podem prender… e às vezes representam uma prisão muito mais difícil de sairmos dela.

    Se nos apegamos, mesmo ao que é bom e queremos manter aquilo em nossa realidade, é porque ainda não confiamos que o Universo possa nos trazer algo ainda melhor…

    Soltar… deixar ir… aprender a fluir com a incerteza… sabendo que ela pode ser uma fonte inesgotável de surpresas… arriscar o novo…e nos abrir para a Vida que está sempre se renovando a cada novo dia…
    nos dá forças para acompanhar esse tempo… que pode não ser o mais fácil… mas é o que temos e pode esconder nas aparentes dificuldades a semente da tão buscada felicidade.

    • Carol Says:

      Mais uma grande contribuição de meu amigo biodanceiro.Este artigo reflete exatamento o que penso… vale a pena ler e refletir…
      Beijos…

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